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Assembleia Legislativa de Minas Gerais realiza audiência sobre tratamento de “bexiga neurogênica”

A enfermeira estomaterapeuta Gisela Maria Assis, coordenadora do Ambulatório de Disfunções Miccionais do HC/ UFPR, participou nesta segunda-feira (11/06), de audiência da Comissão em Defesa da Pessoa com Deficiência da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Durante a reunião, profissionais de saúde, autoridades do setor e representantes de diversas associações de pessoas com necessidade de cateterismo intermitente limpo debateram sobre o tratamento da disfunção neurológica de trato urinário inferior, realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo era discutir o modelo para atendimento destas pessoas, com o estabelecimento de uma cota ideal de distribuição de cateteres necessários por mês, além de atendimento a casos especiais, para aqueles que não se adaptam ao cateter tradicional, por apresentarem complicações como infecção do trato urinário e trauma uretral.

“Minha participação na audiência foi para relatar a experiência na área, representando o modelo de Curitiba, uma cidade que tem a dispensação de cateter tradicional na quantidade necessária por mês, mas que também disponibiliza o cateter hidrofílico para situações especiais”, ressalta Gisela. A ideia é que Minas Gerais siga o modelo de protocolo adotado na capital paranaense.

O próximo passo da Comissão será a criação de um grupo de trabalho para dar andamento à formatação deste protocolo, que deve ser formalizado por meio de parceria entre município e estado, para o atendimento adequado a essa população.

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